24 de março de 2010

Nostalgias.

Oii pessoas!
De novo lá vem eu falar de saudade.

Acho que o tempo me fez perceber tanta coisa que era pra ser simples e eu compliquei. Ver que as pessoas não são sempre boas, não são sempre legais, amigáveis, amorosas, carinhosas, sinceras...
Vi que as pessoas tendem a ser maliciosas nas coisas mais banais que ouvem, tendem a ser maldosas em coisas desumanas. Eu pensava no começo do meu 'viver' que todos eram bons, gentis, sinceros...
Notei com o tempo que nem tudo são rosas, como diria a minha mãe. O mundo é cruel com quem é cruel, o mundo é maldoso com aqueles que são maldosos, o mundo é malígno com quem é malígno. Mas o mundo só é amoroso quando é do interesse deles, o mundo só é respeitador com aquilo que lhes é conveniente.

Eu poderia sempre falar que eu sou maldoso, cruel, frio... mas não posso, porque não sou todos os dias assim.
Eu gosto explicar que sim, falo o que penso, as vezes o 'filtro' de ideias falha e sai tudo, mas não é de extrema importância isso em momentos cruciais.
As pessoas me julgam por sentir saudade. Mas por que a saudade é tão subjulgada dessa maneira? Será que somos fadados a esquecer aqueles ou aquilo que sabemos que nos faz falta?
Não creio que seja assim.

Eu penso sim, sinto saudades, amo, adoro, gosto... porque temer em demonstrar? Não vejo razões plausíveis para tal.
Sim, talvez de quem eu sinta saudade seja alguém que me magoou muito no passado, mas é passado, e nisso eu aprendi que as coisas ruins, sim, elas sim podemos esquecer e não sentir saudade mas as coisas boas devem ficar na lembrança.
Bom, eu apenas quero falar que sentir falta de alguém não é algo terrível, é saudável e faz um bem pra alma e pro coração.
=]

Prefiro sentir falta, o que isso acarreta em alimentar-se de amor e carinho do que se alimentar de rancor, ódio, mágoa, não sentindo falta e só sentindo vontade de esquecer.
É isso... eu sinto saudades, sou chorão mesmo... e é isso... a gente sente o que sente e faz o que quer. Contanto que sejamos felizes, é o que importa.

YEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEAH!

23 de março de 2010

End Button.

Oii pessoas!

Estou meio deprê hoje, por isso o texto que está a vir é de extrema importância pra mim.

Eu fui matando meus sonhos, aos poucos como se tivesse aberto os olhos e enxergasse apenas a ilusão, eu sei mesmo que me perdi. 
Como se não tivesse ninguém pra me tirar dessa escuridão... 
Sinto que não estou mais aqui, me enlouquece, também tenta tirar tudo que restou de mim. 
Me persegue, me atormenta, eu não queria que fosse assim, tentei não quis me atingir.
Mas não se pode ir além, ir contra quem pode e quer me ferir. Tentei mais de mil vezes fugir. Mas não se pode ir além.

Porque sei que estou perto de partir falta um pedaço de mim, estou caindo, caindo, sumindo...
Será que é meu fim? Estou caindo, sumindo, sumindo...
Eu não queria que fosse assim.

Tentei mais de mil vezes fugir mas não se pode ir além. Porque sei que chegou meu fim.

YEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEAH!

22 de março de 2010

Perigosamente in love.

Oii pessoas!
Hoje estou meio pilhado, graças as pelo menos 9 latinhas de energético que tomei de ontem para hoje.
Bom, independente desse meu acesso de demência, vim aqui para postar algo legal: Tradução de música.

Gosto dessas babaquices de vez em quando.... o blog é meu mesmo.... HAHAHAHA [aloka]
Bom, eu escolhi pra iniciar isso, uma música da nossa DIVA: Beyoncé.
A música é romântica, que é bem a minha cara ultimamente, e que tem um significado legal para mim. Como é padrão, a gente coloca a letra e depois coloca a tradução... é assim, não é!? HAHAHA.

A música é Dangerously In Love.

I love you( 3x)

Baby I love you
You are my life
My happiest moments weren't complete
If you weren't by my side
You're my relation
In connection to the sun
With you next to me
There's no darkness I can't overcome
You are my raindrop
I am the seed
With you and God, who's my sunlight
I bloom and grow so beautifully
Baby, I'm so proud
So proud to be your girl
You make the confusion
Go all away
From this cold and messed up world

I am in love with you
You set me free
I can't do this thing
Called life without you here with me
Cause I'm Dangerously In Love with you
I'll never leave
Just keep lovin' me
The way I love you loving me

And I know you love me
Love me for who I am
Cause years before I became who I am
Baby you were my man
I know it ain't easy
Easy loving me
I appreciate the love and dedication
From you to me
Later on in my destiny
I see myself having your child
I see myself being your wife
And I see my whole future in your eyes
Thought of all my love for you
sometimes make me wanna cry
Realize all my blessings
I'm grateful
To have you by my side

I am in love with you
You set me free
I can't do this thing
Called life without you here with me
Cause I'm Dangerously In Love with you
I'll never leave
Just keep lovin' me
The way I love you loving me

Every time I see your face
My heart smiles
Every time it feels so good
It hurts sometimes
Created in this world
To love and to hold
To feel
To breathe
To live you
Dangerously in love

Can't do this thing
I love you, I love you, I love you
I'll never leave
Just keep on loving me
I'm in love with you
I can not do
I cannot do anything without you in my life
Holding me, kissing me, loving me
Dangerously
I love you
Dangerously in love

Tradução

Perigosamente apaixonado 2

Eu te amo...
Eu te amo, eu te amo...

Baby te amo, você é minha vida
Meus momentos mais felizes estariam incompletos se você não estivesse ao meu lado
Você é minha relação e conexão ao sol
Com você próximo a mim não há escuridão que eu não possa superar
Você é meus pingos de chuva, eu sou a semente
Com você e Deus que são minha luz solar eu estou florescendo crescendo assim
formosamente
Baby eu estou tão orgulhosa, orgulhosa de ser sua menina
Você faz a confusão e tudo se afastar deste frio e nublado
mundo

Coro (2x):
Eu estou apaixonada por você
Você me liberta
Eu não posso enfrentar esta coisa chamada vida sem você aqui comigo
Porque eu estou perigosamente apaixonada por você
Eu nunca partirei
Somente continue me amando do jeito que eu amo você me amando


E eu sei que você me ama,
me ama pelo o quê eu sou
Porque anos antes de eu me tornar o que sou, baby,
você era meu homem
Eu sei que nao é facil, facil me amar
E eu aprecio o amor e dedicação de você para mim
Mais tarde em meu destino
Eu me vejo tendo seu filho
Eu me vejo sendo sua esposa, e eu vejo meu futuro inteiro em seus olhos
O pensamento de todo meu amor por você às vezes me faz chorar
Porque eu percebo todas minhas bênçãos, eu agradeço por te-lo ao me lado

Coro (2x):
Eu estou apaixonada por você
Você me liberta
Eu não posso enfrentar esta coisa chamada vida sem você aqui comigo
Porque eu estou perigosamente apaixonada por você
Eu nunca partirei
Somente continue me amando do jeito que eu amo voce me amando

Toda vez que eu vejo seu rosto,
meu coração sorri
Toda vez me sinto tão bem, às vezes dói
Criado neste mundo para amar, abraçar, sentir, respirar, para viver voce
Perigosamente apaixonada...

Coro (2x)
Eu estou apaixonada por você (apaixonada)
Você me liberta
Eu não posso enfrentar esta coisa chamada vida sem você aqui comigo
Porque eu estou perigosamente apaixonada por você (apaixonada)
Eu nunca partirei
Somente continue me amando do jeito que eu amo voce me amando

Perigosamente
Perigosamente apaixonada por voce
(perigosamente, perigosamente)

Eu te amo (5x)
Eu te amo (oh yes)
Eu te amo (5x)
Eu te amo

Perigosamente apaixonada...

Então é isso pessoas, espero que tenham gostado... e pra finalizar, um link de um video legal dessa música: Beyoncé - Dangerously In Love

YEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEAH!

19 de março de 2010

Chocolate.

Oii pessoas!
Hoje eu resolvi postar sobre uma das maiores paixões do mundo: o CHOCOLATE.
Resolvi falar sobre ele porque, na atualidade ele representa a páscoa ( o que fatidicamente não tem representatividade nenhuma com a data em si ).

O chocolate é um alimento encontrado na forma pastosa, sólida e de bebida doce ou amarga, feito a partir da amêndoa torrada do cacau; antes dos espanhóis chegarem às Américas, os astecas já conheciam o cacau. Com ele, faziam um líquido escuro que chamavam de xocoatl (do náuatle xococ "amargo" + atl "água"). Em 1502, a ilha de Guanaja, habitada pelos astecas, povo místico e religioso, recebeu a esquadra de Colombo. O navegador foi um dos primeiros europeus a provar o sabor do chocolate.


A História do Chocolate
O chocolate vem sido usado como bebida desde o começo de sua história. registro mais antigo do uso de chocolate data de muitos séculos atrás. Em Novembro de 2007, arqueólogos encontraram vestígios da mais antiga plantação de cacau numa região de Puerto Escondido, em Honduras, que data de 1100 a 1400 a.C. Os resíduos encontrados e o tipo de recipiente em que estavam indicam que o uso do cacau não era apenas como bebida, mas que a parte branca que envolve os grãos de cacau era usada como fonte de açúcares fermentáveis para uma bebida alcoólica. A civilização maia cultivava o cacau em seus quintais e usavam as sementes para fazer uma bebida amarga. Documentos a respeito dos hieróglifos maias dizem que o chocolate era usado para fins cerimoniais assim como no cotidiano. Os resíduos de chocolate numa peça de cerâmica maia de Río Azul, na Guatemala, sugerem que os maias já bebiam chocolate por volta do ano 400 d.C. No Novo Mundo, o chocolate era consumido numa bebida amarga chamada xocoatl, e era geralmente temperada com baunilha e pimenta. O xocoatl, acreditava-se, combatia o cansaço.
O chocolate também era um bem luxuoso e importante na América Central pré-colombiana, e os grãos de cacau eram usados como moeda. Povos europeus e da América do Sul vêm usando o chocolate para o tratamento de diarréia há centenas de anos. Todas as áreas conquistadas pelos astecas eram obrigadas a plantar cacau e pagar um imposto em grãos.
Até o século XVI, os europeus nunca tinham ouvido falar da popular bebida dos povos das Américas do Sul e Central. Não foi até a conquista dos astecas pelos espanhóis que o chocolate passou a ser importado pela Europa, onde rapidamente se tornou um favorito da corte. Para acompanhar a alta demanda da nova bebida, o exército espanhol começou a cultivar o cacau em plantações onde trabalhavam escravos nativos. Mesmo após a produção do cacau se tornar algo comum, apenas a realeza e os ricos podiam se dar ao luxo de consumir essa cara importação. Logo, os espanhóis passaram a cultivar o cacau em plantações, usando mão-de-obra africana escravizada para administrá-las. A situação era outra na Inglaterra: qualquer um com dinheiro poderia comprar o chocolate. A primeira chocolataria de Londres foi inaugurada em 1657. Em 1689, o famoso médico e colecionador Hans Sloane desenvolveu uma bebida de leite com chocolate na Jamaica que foi inicialmente usada por boticários, mas mais tarde vendida para os irmãos Cadbury.
Por centenas de anos, o processo de fabricação do chocolate permaneceu o mesmo. Quando a Revolução Industrial chegou, muitas mudanças ocorreram e trouxeram o alimento para a forma em que o conhecemos hoje. No século XVIII, máquinas de espremer manteiga de cacau foram criadas. Isso ajudava a fazer um chocolate mais consistente e durável. A partir daí, o consumo do chocolate foi popularizado e espalhado pelo mundo todo.

Tipos de Chocolate
O chocolate é um alimento popular que tem conhecido diversas formas de apresentação.
Pode ser bebido (chocolate em pó ou achocolatado) com leite, ou em tabletes. Neste caso é apresentado em muitas versões: ao leite (em Portugal diz-se chocolate de leite), branco, amargo, com amendoim, amêndoa ou avelã, com ou sem recheio, etc., variando em função do acréscimo em partes diferentes de seus componentes individuais e assim, varia também seu valor calórico, que em qualquer dos casos é elevado.
  • O chocolate amargo é feito com os grãos de cacau torrados sem adição de leite, e algumas versões permitem a sua utilização como base para sobremesas, bolos e bolachas. Deve-se usar um mínimo de 35% de cacau, segundo as normas européias.
  • O chocolate ao leite ou chocolate de leite leva na sua confecção leite ou leite em pó. As normas européias estabelecem um mínimo de 25% de cacau.
  • A couverture é o chocolate rico em manteiga de cacau, utilizados pelos profissionais chocolateiros, como a Valrhona, Lindt & Sprüngli, Theo Chocolate e outros, com mais de 70% de cacau, e gordura de cerca de 40%.
  • O chocolate branco é feito com manteiga de cacau, leite, açúcar e lecitina, podendo ser acrescentados aromas como o de baunilha. Inventado na Suíça após a I Guerra Mundial, só foi divulgado nos anos 80 do século XX pela Nestlé.
A Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP desenvolveu um chocolate à base de cupuaçu, que pertence à mesma família do cacau.
Quanto ao formato, o chocolate pode ser comercializado em tabletes, barras, gotas, raspas e em outras versões mais peculiares, como na forma de ovos e línguas de gatos.

O chocolate e a saúde
Apesar de o chocolate ser geralmente consumido por prazer, há alguns efeitos positivos para a saúde na ingestão do alimento. O cacau ou o chocolate amargo, por exemplo, são benéficos para o sistema circulatório. Outros efeitos incluem as propriedades anticancerígenas, estimulantes cerebrais e a capacidade de curar diarréias, entre outros. As propriedades afrodisíacas do chocolates ainda não foram comprovadas.
Por outro lado, ingerir grandes quantidades de alimentos altamente energéticos, tais como o chocolate, aumenta o risco de obesidade. Há uma preocupação a respeito de casos de envenenamento leve por chumbo através do consumo de alguns tipos de chocolate.
Um estudo da BBC indicou que um chocolate derretendo na boca de uma pessoa causa um aumento na atividade cerebral e nos batimentos cardíacos que é mais intenso do que o associado a beijos apaixonados, e que duravam quatro vezes mais tempo após o término na atividade.

Efeitos no sistema circulatório
Estudos recentes sugerem que o cacau e o chocolate amargo podem surtir certos efeitos benéficos na saúde humana. O cacau possui uma considerável ação antioxidante. Outros estudos também observaram que ocorre uma pequena diminuição na pressão sangüínea após o consumo diário de chocolate amargo. Existe até mesmo uma dieta, a "Dieta do Chocolate", que sugere a ingestão de cacau e chocolate em cápsulas. No entanto, o consumo de chocolate ao leite ou chocolate branco, ou beber chocolate amargo com leite gorduroso, parecem anular o benefício na saúde. Na verdade, quantidades pequenas e regularmente ingeridas de chocolate reduzem o risco de ataque cardíaco.


Afrodisíaco
A cultura romântica considera o chocolate um afrodisíaco. As famosas qualidades afrodisíacas do chocolate estão geralmente associadas ao simples prazer sensual de seu consumo. Além do mais, a natureza doce e gordurosa do chocolate estimula o hipotálamo, induzindo sensações prazeirosas e elevando o nível de serotonina. Apesar de a serotonina ter efeitos prazeirosos, em excesso pode ser convertida em melatonina, que, por sua vez, reduz a libido. Finalmente, o chocolate tem substâncias que podem ativar receptores canabinóides, o que causa sensações de sensibilidade e euforia. Um presente com chocolates é um ritual de corte muito comum.


Acne
Há uma crença popular de que o consumo de chocolate pode causar acne. Vários estudos mostram que esse é o caso de alimentos com alto índice glicêmico em geral, apesar de essa questão ainda estar sendo estudada. Sabe-se que o leite estimula o aparecimento de espinhas. 

Valor nutritivo
O chocolate é um alimento muito nutritivo. Contém proteínas, gorduras, cálcio, magnésio, ferro, zinco, caroteno, vitaminas E, B1, B2, B3, B6, B12 e C. Estudos recentes sugerem a possibilidade de o consumo moderado de chocolate preto e amargo trazer benefícios para a saúde humana, nomeadamente devido à presença de ácido gálico e epicatecina, flavonóides com função cardioprotectora. Sabe-se que o cacau tem propriedades antioxidantes. O chocolate constitui ainda um estimulante devido à teobromina, embora de fraca capacidade. O chocolate também possui cafeína e sua ingestão faz com que o corpo libere neurotransmissores como a endorfina. 

Chumbo
O chocolate tem uma das maiores concentrações de chumbo dentre os produtos que fazem parte da dieta de um típico indivíduo ocidental, o que pode levar a um leve envenenamento por chumbo. Estudos recentes mostram que os grãos de cacau absorvem pouco chumbo, mas a contaminação ainda pode ocorrer no processo de fabricação.

Chocolate e a cultura popular 
Festividades
O chocolate é um dos "presentes" mais populares em festividades. No Dia dos Namorados, uma caixa de chocolates é geralmente presenteada. Também faz parte de outros feriados, incluindo Natal e aniversários. Na Páscoa, ovos de chocolate são presentes populares. Um ovo de chocolate é feito basicamente de tipos diferentes de chocolates e pode ser maciço, oco ou recheado (com recheios diversos ou surpresas). 

Livros e filmes
O chocolate tem sido tema central de diversos livros famosos e suas versões cinematográficas. Em 1964, Roald Dahl publicou um livro infantil intitulado A Fantástica Fábrica de Chocolate. A história gira em torno de um menino pobre chamado Charlie que é convidado a visitar a maior fábrica de chocolates do mundo, propriedade de Willy Wonka. Duas adaptações do livro foram feitas para as telas de cinema.
Chocolate é um livro de 1999 escrito por Joanne Harris. Conta a história de Vianne Rocher, uma jovem mãe solteira, cujos chocolates mudam a vida das pessoas através da mágica dos ingredientes, sempre diferentes a cada receita e feitos quase como encomenda, tão apurados são os efeitos nas vidas das pessoas.

Demais aspectos do chocolate
  • A um indivíduo compulsivo em comer chocolates e/ou afins dá-se o nome de chocólatra. Aquele que não tem autodomínio diante de qualquer tipo de chocolate em qualquer forma.
  • Na sociedade atual o chocolate possui uma característica interessante servindo como um substituto à linguagem no relacionamento humano, estabelecendo relação de comunicação de laços de amizade, solidariedade e amor. Dar uma caixa de bombons pode significar: "feliz aniversário", "boa viagem", "desculpe-me", "saúde" ou "estou apaixonado por você". Trata-se de um presente difundido no Dia dos Namorados, Dia das Mães e em alguns países também se valem de bombons para recompensar os filhos exemplares. Durante a Páscoa é transformado em coelhos e ovos, símbolos da Ressurreição de Cristo.
Algumas marcas de chocolate
  • Guylian
  • Chocola van Droste
  • Chocolate Araucária
  • Cacau Show
  • Chocolates Garoto
  • Hershey's
  • Kinder
  • Kopenhagen
  • Lindt & Sprüngli
  • Valrhona
  • Amano
  • Arcor
  • Lacta
  • Lugano
  • Nestlé
  • Toblerone
  • Ferrero
  • Neugebauer
  • Milka
Bom, espero que tenham gostado das informações dadas sobre essa delícia que é paixão mundial.
Logicamente que comer chocolate é prazeroso, mas nunca esqueçamos que ele é calórico, gorduroso e para determinados biotipos de pessoas, não recomendado.
Saborei, mas com moderação.

YEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEAH

Campanha de Sérgio K

Oii pessoas...
Estive sumido né! HAHAHA
Postando agora sobre moda, porque é algo que eu gosto! HAHA

Em janeiro, Terry Richardson postou em seu blog fotos ao lado do ator Jonatas Faro. Agora, foram divulgadas as imagens finais do moço, posando para a campanha de inverno de Sérgio K.

Jonatas, atualmente em cartaz no musical Hairspray, entrou no espírito das fotos, inspirada no teatro. O ator foi clicado na Broadway, em Nova York, e no cenário do musical In the Heights, vestindo os jeans agarrados e as belas camisas xadrez do estilista. De um jeito bem mais comportado, aliás, do que a campanha do último verão, estrelada por Marlon Teixeira.

O ex-galã de Malhação arrancou elogios de Terry, que já tinha classificado o ator como "arrasa corações", em janeiro. "É essa energia e disposição que diferencia um ator de um simples modelo. Um modelo faria cara feia se pedíssimos para tirar a camisa em Times Square, em pleno inverno. Um ator se diverte fazendo isso!", disse ele ao diretor de arte Marcelo Sebá.


Espero que tenham gostado.
YEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEAH!

27 de fevereiro de 2010

Apenas isso.

Oii pessoas!
E não é que eu resolvi voltar pra fazer a alegria das pessoas!
HEHEHE
Eu fico sempre muito tempo sem postar, aí quando eu venho é pra homenagear alguém... Hoje o dia é do meu querido e especial amigo Ed.
Ele me mandou um texto muito legal, muito explicativo, e por isso dispensa comentários.


Pessoas!

"Pessoas normais que encotram no seu igual um amor diferente, capaz de superar a vida, a morte e até a si mesmo. Pois o Amor vem de várias formas, jeitos e cores.
Não tem como segurá-los, vai além da emoção... Basta apenas um olhar para a magia começar...
Somos diferentes de muitos que aqui vivem...
Pois temos que esconder nossos sentimentos e viver a guarra dos mortais.
Onde o preconceito é mais que o próprio conceito de um Homem...
Somos julgados por amar, e condenados pelo pecado que o ser humano inventou.
Mas se o ser é pecado, porque Deus nos fez assim?
Será que quem errou foi Ele?
Ou será que o errado é você, por achar que o certo é ser 'normal'.
Lutamos a cada dia por noites mais felizes, em busca de respeito.
Queremos nossa liberdade emocional com a certeza de não abalar ninguém.
Sonhamos em ser Pais, em ser Filhos, em ter uma Família...
Queremos nossos direitos e cumprir nossos deveres no mundo...
Para que no futuro sejamos lembrados como uma Lenda e não como uma Piada.
E para essa causa ter um final Feliz... Contamos com o respeito, pois idependente do sexo, cor ou religião...
Somos uma única Raça...

A raça dos Humanos!"

Viu só... ele também pode ser chamado de especial, pois me mostra que nem tudo é chorar e sim também rir, ser feliz e sempre tentar amar quem nos ama.

YEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEAH!

20 de fevereiro de 2010

Like, just.

Oii pessoas!
Bom, eu finalmente vim postar algo aqui né!
Mas assim, eu vim mesmo para prestar uma grata e deliciosa homenagem, a uma pessoa nova em minha vida, mas que me mostrou que tudo é na base da simplicidade...
Eu recebi hoje, um texto, um fragmento muito bom, escrito por ele, Raaaafs!
E diz assim::

"Nasceram palavras não escritas, que saltaram para fora dos meus pensamentos psicoticamente politizados. Não pensei no "não importar", nem queimei essa chama que pareceu acesa.
Por hora, só o gelo me convence. Por minutos, prefiro não ser sentimental,
e apenas descubro algumas emoções arcaicas dizimadas anteriormente. Com algum tempo, cansado, me retribuo o chá, o momento, a proza e a minha poesia monótona.
Confesso que venho tentando ser simples, mas vez por outra volto ao rude. Instintivamente me perco em pessoas peripétalas, pessoas magnéticas. Pessoas estas que estão escondidas em mim, ocultas, procurando por apenas uma sedição, um motim decorado.
Já deixei nascer um espírito sofredor, ambíguo, indeciso, melífluo, escorregadio, pateta, devasso e até um outro espírito a procura de silêncio, atrás de um parar dolorido, a busca de paz.
Por dentro, ninguém consegue traduzir o nascente, ninguém diferenciará as mariposas,
ninguém dirá que é tarde demais. Enquanto tudo o que eu preciso é apenas confiar em mim mesmo para tentar um novo salto.
Só pedirei carinho e verdade. E é tão pouco...
Mas não esperarei a infelicidade me julgar, não por agora."

Lindo, expressivo, simples, convicto... merece sim, estar aqui.

Parabéns!
=]

YEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEAH!

7 de fevereiro de 2010

Uma DIVA no Brasil.

Oii pessoas!
Como muitos sabem, a DIVA, Beyoncé, esteve em São Paulo, para um show espetacular no Estádio do Morumbi. O show foi ontem, dia 06 de fevereiro.
Os portões se abriram e uma multidão interminável se ajeitava para que pudessem ver a diva o mais perto possível.
Ivete Sangalo abriu o show da Diva, cantando grandes sucessos de sua carreira, além de músicas conhecidas pelo público.
E finalmente a DIVA surgiu no palco, por voltas das 22h20, cantando "Crazy In Love", com um modelo deslumbrante e super decotado dourado. Diferente do show de Florianópolis, Beyoncé estava de cabelos levemente cacheados e não completamente lisos.
E assim, o show foi seguindo... Beyoncé ficou emocionada com a quantidade de pessoas no show, agradeceu a presença de todos e pediu para todos se divertirem e curtirem seu show, que era especial para o público que ali estava.
Seguindo a linha, Beyoncé cantou músicas extremamente famosas como "Naughty Girl", "Get Me Bodied", "Freakum Dress" e "Baby Boy".
São as músicas de seu CD de grande sucesso, além de cantar também, músicas de seu novo CD, "I'm... Sasha Fierce", como: "Hello", "Video Phone", "Halo", "Single Ladies", "Radio", "Ave Maria" e "If Were a Boy"... logicamente que isso, enlouqueceu e levou as pessoas a loucura total.
Ela também fez lindamente uma homenagem a Michael Jackson, que foi de arrepiar a qualquer pessoa, tamanha a qualidade de sua voz e performance.
Beyoncé além de linda e de voz encantadora, dança maravilhosamente bem.
Cantou uma música que atualmente está fazendo muito sucesso que é "Sweet Dreams", juntamente com um medley de músicas de grande sucesso de seu antigo grupo, o Destiny's Child.
Simplesmente arrebentou em seus modelos deslumbrantes e sexy, e com direito a muita perna de fora e decotes de dar inveja as mulheres tipicamente brasileira, rsrs.
E não podendo deixar de comentar, cantou músicas incríveis como "Diva", "Ego", "Radio" e "Irreplaceable" que fez a galera participar e ir ao delírio.
Além de ser extremamente carismática e linda, é humilde, sincera e excelente pessoa. Fez as pessoas participarem juntamente com sua banda e coro, pedindo para repetirem seu nome: "B E Y O N C É !"
Foi incrivelmente ATORDOANTE a ferocidade das vozes que ecoavam no Morumbi.
E por volta de 00h30 o show de Beyoncé em São Paulo termina. Ela sinceramente diz: "Mal posso esperar para poder voltar aqui e de novo, me emocionar com vocês!"
Vamos esperar a DIVA novamente aqui e arrazar, como sempre.
Vamos dizer que após esse dia, nada mais será como antes... FICARÁ PARA A HISTÓRIA DE SÃO PAULO E DO BRASIL esse show.

SIMPLESMENTE PERFEITO, só isso que posso lhes falar!

YEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEAH!

28 de janeiro de 2010

SP Fashion Week [Último dia]

Oii pessoas!
Bom, é uma tristeza, mas tenho que dizer que esse é o post relacionado ao último dia de desfiles da SPFW 2010.
Bom, vamos deixar isso de saudades e lamentações e vamos ao que interessa.
Nesta estação, o tempo fechou. Apesar do rosinha na cartela de cores, há uma sombra de antigamente que aparece menos no desenho das peças e mais no styling, não filtrado. A ironia é que, patrocinada por marca de filtros de papel para coar café, Isabela Capeto escreveu no texto entregue aos jornalistas que estes são os tempos em que precisamos... Filtrar. As roupas são vestidos bem femininos, retos ou em linha A, acinturados. As saias são tipo envelope; as calças são retas ou bufantes. Os marrons e os vermelhos estampados pesam. Não são os jeans mais bonitos do mundo, mas o macacão de flanela xadrez é belíssimo. Os pretos do início, com pele, são carregados, porém o mesmo não acontece com as peças de tule, nem com os rosas mais dourado, nem com os multicoloridos, de listras ou florais. O cargigã todo bordado, o vestido todo bordado, a calça toda bordada na frente - sua marca registrada continua sendo bem executada e ajuda, como sempre, a deixar a roupa preciosa. Mas usados com meia colorida, sapato de tressê mais cadarço, cabelos com fitas trançadas e bijoux mil, formou uma imagem que nega o movimento anterior, de leveza, que a marca alega seguir.

Há meses foi noticiado que Gloria Coelho estaria mais envolvida com a Carlota Joakina, voltando a dirigir sua marca jovem. Apesar da assessoria de imprensa negar a participação da estilista minutos antes do desfile, são visíveis os toques da "mãe" - a começar pelo tema Arquitetura das flores (Gloria também tem usado a arquitetura como inspiração na sua grife homônima há duas temporadas). Mas o fato principal dessa coleção de inverno é que, depois de várias estações em que a criação da Carlota Joakina foi assinada por grupos, trios e duplas, é a primeira vez que Camila Bertolote, que já era do staff, responde sozinha pela coleção. E o resultado é bom. O desfile trouxe de volta o DNA da marca, mais adulto, sem brinquedinhos - Lego, plástico colorido, luzes que acendem, boias, nada disso foi reeditado. Formas secas, cartela de cores sóbria e precisa (preto, cinza, off-white, nude, azul petróleo), leggings, jaquetas e alguns vestidinhos, é tudo o que a cliente da Carlota precisa para ser feliz. E as peças têm boas sacadas: para quebrar a feminilidade excessiva dos vestidos de babados, por exemplo, zíperes pretos foram usados como fecho. Seda, chiffon, tricô, tule e malha simplificam - e facilitam - ainda mais a vida. Para os dias de festa, vestidos nude feito de pétalas de tecido (das tais flores do tema) são a sequência mais sofisticada da apresentação.

Com Felipe Andreoli no texto de abertura, ocupando o lugar de Fernanda Young na última temporada, a temática da Reserva era sobre celebridades. "Homens-produto, que travam uma verdadeira batalha, fazendo o impossível para se destacar", diz a marca. A premissa é divertida. A trilha sonora, de Jackson Araújo com one hit wonders (de Susan Boyle a Ice MC), é mais uma vez um primor. O esforço da marca, se arriscando no minúsculo mercado da moda masculina, é sempre louvável. Mas com um personagem tão banana como esse, fica difícil fazer uma coleção tão inspirada quanto as duas anteriores. Curioso notar que a Reserva imprimiu ares de desfile de marca italiana em Milão, com o visual pesado, meio escuro e com pitadas de um roxo muito característico daquelas passarelas. Uma vibe assim, misturada com a ginga carioca, causa uma estranheza que não se sabe bem de onde vem. Mas se isso é um problema, fica restrito ao desfile. Pois olhando com atenção, percebe-se que Rony Meisler e sua equipe não perderam a pegada. O guarda-roupa dos seus personagens continuam com boas peças. A marca vai na onda dos tecidos resinados e reflexivos, em camisas, bermudas e, principalmente, nos sensacionais tricôs do final, prensados com tinta preta ou metálica. As calças, em jeans e alfaiataria, são skinny (mas sem exageros fashionistas) e ganham debruns brancos. O xadrez da estação está lá, junto de boas estampas ópticas nos cardigãs leves e nas neoceroulas. Acompanhando o pacote, ótimos docksides abotinados, desenvolvidos em parceria com a clássica marca Sebago. Em suma, uma boa coleção de prateleira, que vai agradar, como sempre, o público do Pica-Pau fluminense.

A grife DoEstilista traz um desfile sombrio, triste e com imagens fortes como a de pessoas com a corda no pescoço. Literalmente. Andando sobre o negro carvão, amigos célebres de Marcelo Sommer desfilaram, de cara fechada, roupas escuras, puídas, com tingimento tipo amador, feito na medida para dar o ar de bom dia tristeza, tão tarde tristeza. A encenação foi claramente mais importante do que a moda nas intenções do estilista, já que não havia propostas novas, a não ser pelo onipresente preto e o couro de jacaré, usado de maneiras interessantes. De resto, eram os vestidos de sempre, com barra na altura das canelas, jeito retrô. Muito xadrez. Saias volumosas. Calça ajustada + paletó ou mantô para eles, que faziam o estilo caçador urbano. Mas isso, nós já havíamos visto.

Percebi que posso reproduzir nesta estação quase que palavra por palavra o release que a assessoria de imprensa dele fez sobre a coleção anterior. Olhem as fotos e vejam se não tenho razão: "criações que embaralham memórias: exuberância dos trópicos, etnias psicodélicas, listras, pássaros, pontas, laços estilizados, malícia de vedetes, vestidos de festa, recortes e dualidade de formas". André Lima faz roupas bem feitas que têm como finalidade embelezar as mulheres. Consegue. Mas, anda exagerando na repetição do que tem apresentado nas passarelas. Estilo é uma coisa - e ele tem de sobra -, repetição é outra. A exuberância dos chapéus, o tamanho das caudas, o volume dos babados são divertidos e fazem parte do show. Mas ele ficou devendo uma proposta mais diferenciada para o inverno.

É isso aí pessoal, com o desfile do André Lima, encerramos a semana de moda de São Paulo. Desculpem-me pela demora em postar sobre os 6 dias, mas é que realmente, fazer algo bom, tem de ser feito de uma forma mais crítica.
Espero que tenham gostado.

YEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEAH!

SP Fashion Week [5° dia]

Oii pessoas!
É... e aqui estamos, no penúltimo dia da SPFW, e por conta disso, chega de falar sobre isso e vamos ao que realmente importa, não é!?
E tudo começa com o meu querido e perfeito Alexandre Herchcovitch, que além de um excelente estilista, tira inspirações inacreditáveis. A inspiração da vez é O sétimo selo, filme medieval de Ingmar Bergman. Dark e pesado, o desfile conversa com a coleção de verão 2008, baseada no black metal. E é o contraponto com a última temporada, que somada a esta dá a exata medida do Alexandre atual. Naquela, o foco era a perfeição na alfaiataria, vestindo um dândi com um quê cínico. Agora, sinalizando a pecha underground que fez seu DNA, o estilista carrega na personagem mortal e bizarra, mas com uma vibe quase... Pacífica. Como se fosse uma morte sem pressa, quase amiga, daquelas de beber no bar, esperando a vez de dar o xeque-mate. É claro: imagem é tudo e o makeup é preciosista, mas as roupas são o show do momento. Alexandre pisou em cima de todos os outros (pouco) concorrentes e fez a melhor coleção masculina desta temporada. Acertada, arraigada, atual, fina, usável e vendável. Como a boa morte, a onda aqui é em tons de cinza, preto e branco - à parte o xadrez vermelho. A silhueta é larga, disposta sobre leggings, e faz referências à dualidade de personagens de Bergman (mas sem ser cabeça como pode soar). Da mesa de xadrez, foi importado o quadriculado preto e branco. Do homem medieval vem tricôs brilhantes, feito malhas de metal. Da morte, capuzes, mantos e trenchs desconstruídos - num lado o braço normal, com silhueta marcada; no outro, a abertura desmontada, à la poncho em um exercício sensacional de modelagem (assim como o macacão em xadrez e preto, que parecem peças separadas à primeira vista).

OEstúdio está para a moda como a Tryptique para a arquitetura. Uma união de gente que gosta de pensar em novas formas de fazer. Aqui, no caso do coletivo carioca, de fazer moda. Latu sensu. Passando a régua, há mais conceito do que roupa. Há mais energia gasta em propor imagens de apresentação do que esforço em renovar o vestir. Neste inverno, a coleção foi mostrada em vídeo, num big telão na sala 2. Um menino daqui, uma menina daqui, que vão aparecendo com roupas feitas de lã xadrez, malha de estampa fluo, veludo verde. Devagar, entram em sintonia nessa moda, até se cruzarem e dividirem a mesma capa de chuva - uma imagem delicada, no melhor estilo final feliz, ajudada pela trilha de Bach. O fato é que a apresentação engole a atenção que se coloca sobre as roupas, que são qualquer nota - ela é mera coadjuvante neste espetáculo de tecnologia.

Tecnologia, futuro, laser. Não há como falar de Jefferson Kulig sem mencionar tais palavrinhas. O estilista é um entusiasta do tema e busca a cada apresentação materiais novos (emborrachados, com silicone etc) e silhuetas futuristas. Em uma apresentação curta, com cerca de 20 looks, ele levou para a passarela boas ideias de vestidos-camisetas - principalmente a sequência com golas altas listradas (repare que algumas listras eram de tule e davam um contraste interessante entre a silhueta real, do corpo da modelo, com a criada pela roupa) e os com estampas de tricô (feitos de um tipo de moletom tecnológico que tem toque semelhante à helanca). O mix de materiais e cores das jaquetas do início também causou boa impressão. E, assim como a Iódice, Jefferson criou uma renda à laser (funcionou mais no preto) - numa provável tentativa de deixar mais feminino o hi-tech. Ainda sobre feminiliade, os looks drapeados em jérsei e máxipaetês poderiam ser evitados. De aparência pesada, andaram no sentido oposto do restante das peças: não era futurista, nem na forma, nem no conteúdo.

Pode-se dizer que foi a coleção menos Neon da Neon. As mulheres estavam lindas como sempre, com suas bocas vermelhas e seus cabelos brilhando como a seda (ou Seda?) e seus trejeitos de granfinas entediadas. O tédio era tanto que elas resolveram dar uma virada no guarda-roupa e sairam às compras para um novo look. Resolveram que seriam menos Bond Girls para se ligarem mais na luz do dia, nas aves e nos animais (às vezes como caças, às vezes como caçadoras). Como acontece sempre diante de uma novidade, nem tudo dá certo. Algumas roupas novas eram muito bonitas e outras, apenas coloridas (como a capa de lã amarelona). Para o dia-a-dia a escolha foram blusas de seda usadas com calças de alfaiataria e botas altas por fora; ou então vestidos curtos confortáveis, como o roxo bem godê. Como estas mulheres amam roupas estampadas, não resistiram e colocaram várias na sacola, mas o grande achado foram os casaquetos feitos com com o trabalho artesanal Mola, tipico dos indios panamenhos. Eles são recortes de tecidos coloridos que formam desenhos parecidos com estampas quando vistos de longe e de perto causam um efeito sensacional. O que torna as mulheres Neon adoráveis é que têm um enorme senso de humor e, uma vez que entram na brincadeira, vão até o fim inventando uma festa na floresta para convidar os amigos e para usar as mais loucas fantasias de tucano, coruja, urso, arraia e elefante que fizeram a platéia aplaudir e se divertir com elas.

Nesta estação, suas mulheres vestem calças amplas - uma delas, realmente maxi, mais parece uma saia inconformada com sua situação; pouco bonita, mas interessante como proposta. Cetim e cirê ficam extramolengas e, com o andar, tomam formas desajeitadas que não agradam o olhar. Já na gaze de seda e no tweed, as roupas com panos que sobram, repuxam, aparecem e reaparecem de todos os lados, funcionam bem melhor. A não ser no top-casaqueto feito de pele, a inserção do material em detalhes é feita com timidez e, por isso mesmo, fraca. Se existe alguém fiel ao seu estilo, é Wilson Ranieri. Temporada após temporada, ele apresenta suas peças construídas em moulage e, invariavelmente, de tons rosa. O compromisso é louvável, mas em alguns momentos, você acha que já viu aquilo antes.

Diz o release, escrito pelo próprio Lino Villaventura, que para fazer esta coleção "calcei as sandálias de Hermes e voei na imaginação", como se alguma vez ele tivesse voado em outra coisa! Lino fez a coleção com seus materiais favoritos: o tule, as rendas, a seda, a organza, a gaze. Fez com elas o que mais gosta e sabe: bordou, torceu, nervurou, tingiu e retingiu. A novidade é que, desta vez, interferiu mais na forma das roupas, criando para algumas delas uma modelagem menos fantasiosa como os três bonitos tailleurs justos e de saia pelo jelho com paletó acinturado e efeitos matelassé que poderiam perfeitamente ser usados em um jantar solene ou um casamento. Fez também alguns vestidos de festa curtos, bastante jovens e sexy, que vestiriam bem mulheres e meninas mais jovens do que sua clientela habitual. Não que ele desta vez tenha seguido tendências - não é seu estilo. Ele faz a moda como imagina e cria com isso sua própria assinatura e tendência.

Bom, e assim terminou o 5°, isso mesmo, o penúltimo dia da SPFW.
Vamos chegando ao fim... mas outras estações virão.... e com certeza esse vai ficar marcado.
Espero que estejam apreciando.

YEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEAH!

SP Fashion Week [4° dia]

Oiii pessoas!
Como eu havia dito, vamos nós a mais uma análise dos desfiles de Inverno 2010 na SPFW.
Nesse 4° dia, começando com Gloria Coelho.
O impacto não foi o mesmo da estação passada. Depois de ter criado a série de vestidos arquitetônicos que se tornaram ícones do verão anterior, era natural que Gloria Coelho desdobrasse a idéia em mais possibilidades - o que ela fez com a perfeição de execução de sempre. O desfile abre com uma boa série de jaquetas e saias de zibeline e cetim num jogo de esportivo/habillé mais transparente/opaco, passa depois para as famosas peças construídas de fitas para chegar num novo e interessante volume fole, que transforma a rígida linha das arquiteturas em arredondadas formas orgânicas. Na sequência, vestidos em pregas de cetim e o final, lindo, com as melhores peças da coleção, em plumas verdadeiras ou recortadas em organza. Para dar o traço de modernidade, uma faixa preta percorria as mangas do punho até os ombros. As cores eram suaves - do off white ao nuvem passando, pelo rosé. Lindas as meias com fio atrás e na frente que acompanhavam os looks.

Dando continuidade, Erika Ikezili, continuou no caminho da suavidade. E acertou. Com cores lavadas (os dois tons mais fortes são vinho e preto), Erika partiu da arte figurativa das obras de Mira Schendel, Kumi Yamashita e Fred Eerdekens para criar roupas com volume nos ombros e com pontas que davam movimento às peças - a construção cuidadosa é uma boa herança da sua fase das dobraduras exageradas. Deixar as calças mais curtas e combiná-las com ankle boots trouxe frescor à coleção. Assim como evitar as mínis, o que poderia envelhecer os looks, deixou tudo bem feminino e delicado. Destaque para os últimos vestidos pretos e para os deliciosos acessórios. As ankle boots e as bolsas com franjas de metal têm tudo para virar hit entre as modernas.

Um dos melhores desfiles da temporada da grife Amapô, pode ficar sabendo - e quando isso acontece, parece que dá pra sentir antes, e de longe. Com cenário marcante, trilha forte e uma Fernanda Lima nada maternal, o desfile começou com vestido jeans feito de tiras e unidos por zíperes. A técnica foi usada em casacos, calças e saias, fazendo peças de roupas com vazados inesperados e interessantes. Outro tecido usado foi o "pano sujo do pincel"; um xadrez que apareceu amarrotado e volumoso - bem volumoso - em uma saia, depois no paletó do menino. O estampadão à la Amapô, um vestido de tiras, zíperes e uma senhora manga volumosa, foi aplaudidíssimo pelos amigos, e com razão. E a calça tipo Obelix sustentada por suspensórios lapela? E as falsas mangas amarrando paletós e saias e mangas? E as tachas perfeitamente aplicadas na calça xadrez e na bermuda masculina?

A roupa do inverno da Huis Clos deu uma afinada. Os volumes diminuiram, se afunilaram e ficaram ainda mais elegantes. Especialmente porque souberam guardar alguns drapeados para enriquecer os ombros e uns bons centimetros de tecido para envolver os braços em lindas mangas sinuosas e cheias de recortes. Clô Orozco, como diretora de criação e Sara Kawasaki, a estilista, pensaram numa mulher muito refinada para criar o inverno. Pensaram que esta mulher vai ter vários almoços, jantares e festas para ir, oportunidade de sobra para exibir os vestidos tubo delicadamente enfeitados ou debruados de franjas, plumas ou peles. Cuidaram muito também de escolher para esta roupas tecidos da melhor qualidade - tendo, inclusive, achado uma lã com um trabalho que se parecia com uma laise em tamanho maior. Ar livre? Só se for para ir assistir a uma corrida de cavalos ou para ser madrinha de um casamento muito chic, com seus vestidos e mantôs na altura do joelho. Por isso a passarela da marca não mostrou nenhuma calça comprida, nenhuma bermuda, nenhuma roupa mais esportiva. Não que esta mulher tenha se preocupado com a ausência delas; ela sabe muito bem que vai encontrar várias destas peças nas lojas da marca, pois até mesmo as finas fazem suas caminhadas, tem seus trabalho e frequentam os (bons) supermercados da cidade. Uma linda, preciosa e precisa coleção de inverno que, além do mais, parece ter mais uma qualidade: agradou a todas as mulheres da plateia devendo, portanto, ser fácil de vender (e desde quando chic não combina com cheque?).

É rotina de SPFW sair de um desfile da 2nd Floor suspirando "ah, mas que graça!". Ao contrário da marca mãe, a Ellus, que tem obrigação de ser impressionante, esta tem uma pegada jovem que dá mais abertura a bonitices de passarela, sem largar mão do tino comercial. E com uma boa ajuda do styling de Letícia Toniazzo, sempre afiadíssimo - desta vez, com o apoio de máscaras de crochê criadas pela gaúcha Helen Rödel. Para o inverno, a inspiração abocanhou o hype sobre Sherlock Holmes (revivido pelo novo filme com Robert Downey Jr.) e outros detetives, incluindo o clássico jogo de tabuleiro. E o que veio foi mais uma apresentação graciosa, liderada por Adriana Bozon e sua equipe de estilo. O trenchcoat, ícone detetivesco, foi relido e reconstruído em vestidos, casacos e pelerines. A sequência foi do cinza mescla (que deu forma a leggings para elas e até para eles, mais larguinhas, tipo ceroulas) ao preto dos vestidos com pedrarias do final, passando pelo jeans azul escuro, manchado de tinta, e estampas micro e macro. Assim como na Ellus e seu leather denim, há a invenção da vez. Uma técnica de fusão mescla tranças de tricô, em ponto largo, com o moletom e a lã de casacos e abrigos. O resultado é conceitualmente bonito (vale acionar a ferramenta de zoom!), mas não deve ser um sucesso de vendas para além da bolha fashionista.

A Animale entrou num redemoinho de pesquisa tecnológica - e não está conseguindo sair. Ela quer os tecidos mais absurdos, os recortes mais improváveis, as estampas mais modernas, os adornos mais incríveis. E só o que a gente quer é se vestir bem. Mesmo com todo esse investimento, o que importa é a roupa no corpo. Nesse quesito, vale ressaltar que poucas coisas ali são realmente desejáveis, porque aquela história de fazer paletó, calça, top, vestido... É coisa do passado. O que a marca faz são vestes - que podem lembrar paletós, calças, tops, vestidos. Tudo parece um pano jogado sobre o manequim e que recebe um jato congelante - do jeito que parar, parou. É claro que as pesquisas são uma virtude. Que as tachas de acrílico dão belo efeito nas peças. Que o feltro desgastado tem personalidade. Que os recortes no tecido dão movimento às roupas, assim como as estampas, de engrenagem, têm tudo a ver com o estudo do tema - desta vez, o avanço para o futuro versus o desgaste do tempo. Mas é que o novo, muito novo, novíssimo, se usado sem parcimônia, também pode ficar datado em cinco minutos. E não era ontem mesmo que a Animale fazia a roupa das moças sexy? Se está fazendo sucesso nas lojas e, por isso mesmo, resistindo com a consultoria e a equipe de estilo, não deve ser com essas ultramodernidades todas.

E com isso, fechamos mais um dia da SPFW, contando agora os dias para o grande e magnífico encerramento. Sim, somente mais dois dias e o maior evento de moda da América Latina estará finalizado, mas sem deixar de ser lembrado, porque cada coleção é única e perfeitamente deslumbrante. Espero que tenham gostado. Agora, vamos preparando os corações para os dois últimos dias da SPFW.

YEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEAH!

Noite.

Noite.
Noite encantada.
Noite dolorosa.
Noite doida, mágica, louca.
E ainda assim, noite.
Noite que parece não terminar nunca.
Noite que às vezes passa depressa demais.

O vazio.

Nada a fazer, quando algo nos faz falta precisamos preencher esse vazio.
Só que, quando o que nos faz falta é o amor, não há nada que verdadeiramente seja suficiente.

Amor.

E se for amor, amor de verdade?

Desculpa se te chamo de amor.

26 de janeiro de 2010

SP Fashion Week [3° dia]

Oii pessoas!
Bom, agora vamos falar sobre o 3° dia da SPFW de 2010. Vou deixar aqui, meus olhares, em relação ao Inverno ... ou pelo menos, as roupas que vamos e poderemos usar... heheehe.
Inicialmente, o dia começou com a marca Iódice.
Valdemar Iódice investiu pesado no seguro. Optou por dar ênfase aos temperos e ao molho em vez de inovar na massa. Ele tem que agradar sua clientela no Brasil sem perder de vista a americana, em quem vem apostando há algum tempo. Por isso, fez os vestidos de jérsei (pretinhos, bege e roxo) que ele sabe trabalhar muito bem, dando a eles bom caimento e bom aproveitamento, e ainda os enfeitou com pregas, ombreiras, pluminhas e drapeados para um pouco de sabor. Ombros só, tomara-que-caia e mangas assimétricas davam o toque final. Todos na medida correta do comercial, nem justos nem largos, nem ousados nem sóbrios demais. Bons tambéms os vestidos com amarrações e ilhoses em versão cocktail, e os pretinhos lisos de lã usados com lindas leggings de renda e patês (sucesso de vendas garantido). A coleção teria se beneficiado se Valdemar não tivesse passado a série de peças brancas "nuvem de jacquard"; eram brancas e leves demais para um inverno, por mais brando que ele possa ser. Como a coleção, supostamente, teria a finalidade de ajudar a manter o verde na Amazônia, uma estampa pra lá de tropical em algumas peças e belíssimas bijuterias feitas de sementes de tucumã, miçangas e cipós (um acerto que muitos tentam, mas nem todos conseguem).
Seguindo, Ronaldo Fraga.
Mais inspirado do que nunca pelo prédio da Bienal de Arte, tivemos hoje a chance de conhecer melhor o Ronaldo Fraga figurinista. Saiu de cena o Ronaldo estilista e entrou o competente criador de roupas para grandes companhias de dança como foi o belo trabalho que fez para o grupo mineiro O Corpo em 2002 e para o grupo São Paulo Cia e Dança em 2008. O que Ronaldo nos mostrou hoje não foi um show de moda, mas um pequeno espetáculo em homenagem a Pina Bausch, uma das grandes coreógrafas do balé moderno, morta em 2009. Pina era alemã e minimalista, Ronaldo é mineiro e barroco; o que eles teriam em comum? O amor pelo Brasil e o espírito livre. Livre a ponto de permitir que Ronaldo tenha feito, para esta apresentação do SPFW, roupas que ficariam melhor em cima de um palco. A começar pelo fato de que não têm nem frente nem costas, assim como as máscaras que sugeriam os rostos nas costas e os cabelos pela frente. Dificilmente aquelas peças poderão ser usadas em prosaicas cenas da vida cotidiana. Ronaldo mostra que a vida é sonho e foi por estas paragens oníricas que ele circulou. Não foi um desfile, mas um belo show e uma linda homenagem à Ms. Bausch. Ela teria apreciado.
Simone Nunes dessa vez, buscou referências nas ilustrações de Amy Cutler e nas roupas da patinação artística no gelo. O resultado seria bacana não fosse, novamente, pela modelagem. Os paletós com detalhes nas laterais são bons, mas as ombreiras são mal posicionadas e repuxam as mangas. Os vestidos com ancas tridimensionais perdem o volume na parte de trás e achatam a silhueta. A calça com a barra dobrada e as peças cropped  já perderam o ar de novidade e podiam ficar de fora. A estampa feita em parceira com a inglesa Liberty deveria ser mais bem aproveitada, no entanto, apareceu em pouquíssimos looks. Já o body com recortes e franjas prateadas usado com calça é uma boa aposta.
Para falar de força, Fabia Bercsek evocou de Joana D'Arc, cabelos curtos, botas de salto e cano altos, olhos pintados de preto, bijoux de correntes, tachas e... Muito rosinha, brilho, organza e babados, acredite se quiser. Essa dissonância tem a ver com a famosa crise dos 30 - ela tem 31 e fechou loja no meio do ano passado; pulou a coleção de inverno e reapareceu com lojão na coleção de verão. O que lhe corrói é a ideia de se estabelecer como artista. Ou estilista. Ou artista. Ela não consegue decidir. Daí que apareceram peças como uma bermuda de babados. Um top feito de tiras que deixa mais pele à mostra do que escondida. Eles sintetizam o momento de passagem - ela está em processo. "Não sei onde vai dar", confessa. A coleção é, ao todo, boa - mesmo que apareçam peças estranhas com uma bota vinho e a tal da bermuda. Há uma braveza nos desenhos, uma vontade de encontrar um caminho entre a roqueira e a menina, a artista e a estilista.
Já está virando padrão o movimento da Ellus: coleções clarinhas do verão e ultradark no inverno. Há um ano, com Agyness Deyn nas mãos, veio a coleção de jeans industriais, cinzas e sujos - muito da sujeira vem atingindo o denim de outras marcas só agora. Desta vez, o tema é "proteção" (oi, paranóia noventista) e o tom é, novamente, escuro. A estrela é o leather denim desenvolvido pela marca, que promete conforto do jeans mais a textura do couro. Mistura interessante, que deve ser sucesso comercial, e é base das principais peças. As calças não têm foco definido nem lançam tendências. Os rapazes ganham modelos retos e outros à lá cenoura, afunilados. Elas têm skinny e clochard, convivendo com os shortinhos ultracurtos. Na parte de cima, jaquetas bomber, camisas e coletes com a mesma matéria-prima. Seja qual for a peça que falta no seu guarda-roupa, a Ellus quer te atingir. Completando o desejo noventista, vêm sintéticos e resinados nos abrigos, camisetas e vestidos. Alinhando a marca ao sportswear que paira no ar da Bienal, elementos como ajustadores e apliques telados decoram parkas e casacos, vestidos fetichistas e do tipo paletó. E, para não ficar só no preto, cores chapadas pontuam aqui e ali - amarelo, azul e vermelho. Destaque para as botas-uau, de salto geométrico e colorido. Bela coleção, bela apresentação, roupas produzidas em indústria competente. Só vale um PS final sobre os garotos-propaganda. Cintia Dicker, nossa ruiva mais lindinha, brilha mais que Agyness Deyn. Mas apostar tantas fichas no boy toy de Madonna tem tudo para ser tiro n'água. O rapaz não tem corpo de modelo, porte de modelo ou brilho de modelo. O look final, 100% leather denim, poderia ser impressionante em qualquer dos rapazes que temos no casting nacional. Mas com Jesus, vira roupa de motoboy. Com todo o respeito à classe e ao Todo Poderoso, mas não é bem esse o foco da marca, certo?
Karen Fuke há tempos mostra que gosta do kitsch - vestidos para Molly Ringwald encarnar a eterna garota de rosa-shocking apareceram desgarrados de outros looks mais comerciais nas últimas três estações. Mas não para a próxima. Parece que a estilista finalmente assumiu as rédeas da marca e criou uma coleção forte e cheia de atitude. Colocando no mesmo liquidificador Harajuko, anos 1990, estampas de teias e cogumelos by Luisa Lovefoxxx, Karen montou as/os modelos como os personagens que habitam o livro Fruits - famoso por retratar o estilo de quem transitava pelo bairro japonês e um dos primeiros a levar o streetstyle para a biblioteca. E se ficou exagerado? Ficou, mas e daí? A Triton é feita para jovens, meninas e meninos que estão na fase de romper padrões (ou pelo menos de acharem que estão rompendo), pintar o cabelo com mechas coloridas e misturar o vestido de festa com o uniforme do colégio. O mérito está também em deixar os frufrus derreterem no calor do verão e partir para um inverno em que sobreposições fazem o shortinho ir à rua sobre uma meia-calça nada discreta, o tutu completa a camisa e os jeans skinny ganham amarrações trançadas atrás. Paetês, texturas metálicas, adesivos fluo, moletons se misturam como se fossem feitos um para o outro. Isso sem falar nos tamancos docksides - que devem ser muito difíceis de andar, mas têm apelo de moda de sobra. Assim como a Colcci (outra marca da AMC Têxtil), a Triton deixou os jeans para as araras da loja (de onde têm saída certa) e caprichou no styling da passarela.
E assim, terminou o 3° dia, com a Triton lindamente fechando o dia da SPFW. Olha, adorei esse terceiro dia, mas poderia ter sido menos extravasado, mais convencional, mas quem sou eu para querer que o mundo da moda seja convencional, né?
Bom, é isso... e vamos ao 4° dia do evento.
YEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEAH!

25 de janeiro de 2010

SP Fashion Week [2° dia]

Oii pessoas!
E agora, vamos falar do segundo dia da SPFW... Estamos agora, no dia 18 de janeiro.
Nesse segundo dia, vamos falar sobre a primeira marca a mostrar sua coleção Inverno 2010: Maria Bonita.
A imagem do concreto aparente trabalhado com leveza, ícone no trabalho de Lina, deu o tom às construções de Danielle Jensen. Vide os looks iniciais, construídos em placas de tecido que dão respiro ao tom austero da roupa. O vestido chumbo, de manga assimétrica e com fendas-surpresa, deixa no chinelo qualquer bandagem no quesito sensualidade. Em soma, Jensen encaixa a marca na tendência do sportswear, gerando abrigos e calças à la jogging. Estrela: o maxipull de quadrados transparentes.
Seguindo os desfiles, Reinaldo Lourenço, que neste inverno trata de temas praticamente opostos. Os uniformes dos anos 1940 falam de militarismo; os vestidos coluna leves e transparentes falam de luz e espiritualidade. Não houve um consenso - guerra aqui, paz lá. Estará o estilista atormentado pelas duas ideias?
O militarismo vem no início, com mínis retas ou em linha A, cheias de botões, cintos e bolsos. Perceba, pelas fotos, como os bolsos são importantes nesta seção e na das calças também. A calça de modelagem retíssima, uma marca sua, veio com a boca levemente aberta e um "saiote" na frente, como na estação passada. Acompanham camisas fechadíssimas, com mangas de couro, ou jaquetas - é um look recorrente no desfile, que fica especialmente forte na versão verde, bonita e corajosa.
O ombro é marcado - levantado, bufante, pontudo, inflado. Ele praticamente faz estudos deles. Casacos com elementos dos uniformes militares também foram constantes, mas mais fortes são as peças que misturam o bolero à pelerine, formando ombros e braços amplos, bem no início da apresentação.
 É preciso ter confiança para vestir uma peça Maria Garcia e ainda assim saber encontrar seu sex appeal - porque o apelo está lá, mas é velado, meio tímido. Não há decotes óbvios e nem as minissaias são curtas para serem sexy- elas são curtas como são as roupas de uma menina que guarda no bolso um estilingue, e não uma Barbie. Daí saem shortinhos, jardineiras e macacões com jeito de roupa de menino, mas com tecidos leves, muito femininos, como georgette de seda. É uma coleção de streetwear com boas sacadas, vide o vestido de moletom cinza. E, para as noites de festa, bordados e lurex, como a tendência do inverno deve ditar. Destaque para as boas jaquetas estruturadas e os vestidos que explodem em rosa-shocking e vermelho - porque se é para se vestir de "menina", que o rosa seja o mais chamativo possível.
 
Para Alexandre Herchcovitch (feminino), o verão foi esportivo; o inverno será suntuoso e solene. Nada de ar puro, vida ao ar livre e torcida organizada;  agora o clima é gelado, o ambiente iluminado por velas e o ar é perfumado. Qualquer cenário menos rico não será digno desta coleção sensacional em sua concepção e em sua execução. Alexandre foi à Russia, mais precisamente à Georgia, e mergulhou nos trajes típicos de suas mais ricas e exigentes habitantes para sair de lá com os olhos cheio dos mais finos bordados, da melhor pedraria e do mais trabalhado dos tecidos. Sua coleção mostra o resultado desta viagem em mantôs curtos debruados de pele em pontas assimétricas, saias godês com barras cobertas de pedras ou paetês gigantes, golas altas para vestidos, jaquetas e vestidos. Peças menos imperiais, como bermudas e calças, ele deu um jeito de transformar em trajes nobres usando incrustrações de renda e mais pedras coloridas. Os acessórios não ficam atrás e trazem na cabeça, nas meias, nos manchons de vison e nos adereços como colares e pulseiras as mesmas características de realeza e de riqueza. Parece pesado? Pois aí entra o talento e a arte de Herchcovitch: ele consegue que todo esse brilho e todos estes bordados e peles se misturem sem a menor dificuldade aos seus tradicionais xadrezes, suas lãs escuras, suas formas desafiadoras e inquietas. Nada nessas roupas envelhece, "emburguesa" ou vulgariza quem for usá-la. Arte só ajuda.
 
Tem sido interessante observar as coleções da Cori nos último anos, desde que começou a chamar diferentes estilistas para se encarregarem de desenhar sua moda. Foram até agora muito felizes em suas escolhas e nos resultados vistos da passarela (não sabemos detalhes das performances comerciais de cada uma delas). A primeira parceria foi em 2002 com Alexandre Herchcovitch, depois foi vez da Neon e agora temos Gisele Nasser e Andrea Ribeiro no comando do estilo da marca (esta é a segunda temporada da dupla). Todos eles souberam imprimir a ela suas caracterísiticas pessoais, sem que se ignorasse o forte estilo da casa e o gosto de suas clientes. A dupla atual de designers mostrou uma coleção compacta em torno de uma idéia extremamente comercial - ou pelo menos imaginamos que seja dada a frequência com que apareceu nas passarelas cariocas - a saia arredondada.  Com mão segura e uma alfaiataria muito bem construída Gisele e Andrea colocaram na passarela do seu inverno uma infinidade de vestidos, mantôs e saias com pregas muito definidas que terminavam costuradas na bainha criando o movimento inflado. Souberam também trabalhar bem as mangas criando peças movimentaadas com seus volumes e cavas bem colocadas. Bonitas as peças em lã de efeito degradê nos terninhos e mantôs, assim como as peças em couro fininho e macio para top e vestidos. Mais do que a modelagem, as boas cores ajudaram a dar variedade aos modelos desta coleção.
Esta foi a primeira coleção que ele pensou e assinou sozinho para a marca - a anterior ainda teve Tufi Duek nos primeiros momentos. Com Patti Wilson, stylist grifada, vestindo as moças no camarim, ele fez questão de mostrar as peças, uma a uma, frisando que queria deixar uma mensagem clara: a sensualidade, DNA da marca, feita de peças decotadas, mas nunca justas. Outra referência foi a própria Forum dos anos 1990 - minimalismo, preto, fivelas. Na hora da pesquisa, um banho de Helmut Newton. A coleção é mais sofisticada do que as anteriores, em que o sexy andava meio pesado. Tem volumes rígidos nas saias de couro box, que ele chama de saia caixa, porque elas ficam meio quadradinhas. Há regatas, camisetas e camisas, bem simples e perto do corpo, que são combinadas com calças de gancho baixo e curtas - a de paetês é especialmente bonita. Alças que desenham linhas no corpo, vestidos de saia godê ou formato casulo; decotes angulosos e profundos e macacões longilíneos ajudaram a fazer o inverno "limpo", mas não frio, da marca. Deve agradar as clientes, que, muito provavelmente, andam sentindo falta daquela Forum bacana e certeira, que criava roupas-desejo. Ainda mais porque esta coleção tem materiais interessantes como a celulose e o neoprene dublado de seda, que dão o caimento dos dias atuais.
Discípulos de Balenciaga, Francisco Costa e Prada, a gente vê sempre. Mas de Viktor&Rolf, é novidade. Samuel é o mais novo candidato. Ele poderia ter dado o crédito no release, mas o assunto principal no texto é Chippendale, o rebuscado designer de mobiliário inglês do século 18. Para falar do tema, Samuel revestiu suas modelos de vestidos e saias de formas quarentistas. E dá-lhe detalhe de capitonê acolchoado, que deixava tudo bem volumoso. Ele trabalhou o silicone de uma forma interessante, mas foram os panos pesados que o seduziram mais - uma pena.

Bom, e assim terminou o 2° dia da SPFW. Espero que tenham gostado.
Bem, desculpem-me pela demora, mas é que realmente, está corrido pra mim, escrever sobre todos os dias, detalhar os desfiles e tudo mais... ainda porque, existem críticos muito melhores do que eu... hahuahuauh
É isso aí, daqui a algum tempo (o que eu quero que seja breve) o 3° dia.
YEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEAH!

Você já amou tanto assim?

Eu recebi esse e-mail, tão lindamente enviado pela minha melhor amiga, Jehzinha!
Bom, o e-mail, como já diz o título, fala de amor, aquele amor incondicional e puro, simples e lindo.
Por conta disso, vou postar aqui para vocês!

"Há muito tempo atrás, um casal de velhinhos que não tinham filhos, moravam em uma casinha humilde de madeira, tinham uma vida muito tranquila, alegre, e ambos se amavam muito. Eram felizes.
Até que um dia...
Aconteceu um acidente com a senhora. Ela estava trabalhando em sua casa quando começa a pegar fogo na cozinha e as chamas atingem todo o seu corpo. O esposo acorda assustado com os gritos e vai a sua procura, quando a vê coberta pelas chamas e imediatamente tenta ajudá-la. O fogo também atinge seus braços e, mesmo em chamas, consegue apagar o fogo.
Quando chegaram os bombeiros já não havia muito da casa, apenas uma parte, toda destruída.

Levaram rapidamente o casal para o hospital mais próximo, onde foram internados em estado grave. Após algum tempo aquele senhor menos atingido pelo fogo saiu da UTI e foi ao encontro de sua amada. Ainda em seu leito a senhora toda queimada, pensava em não viver mais, pois estava toda deformada, queimara todo o seu rosto.
Chegando no quarto de sua senhora, ela foi falando:
- Tudo bem com você meu amor?
- Sim, respondeu ele, pena que o fogo atingiu os meus olhos e não posso mais enxergar, mas fique tranquila amor que sua beleza está gravada em meu coração para sempre. Então triste pelo esposo, a senhora disse-lhe:
- Deus vendo tudo o que aconteceu a meu marido, tirou-lhe as vistas para que não presencia esta deformação em mim. As chamas queimaram todo o meu rosto e estou parecendo um monstro.

Passado algum tempo e recuperados, voltaram para uma nova casa, onde ela fazia tudo para o seu querido esposo, e ele todos os dias dizia-lhe:
COMO EU TE AMO!
E assim viveram 20 anos até que a senhora veio a falecer.
No dia de seu enterro, quando todos se despediam, então veio aquele senhor sem seus óculos escuros e sem sua bengala nas mãos, chegou perto do caixão, beijando o rosto e acariciando sua amada, disse em um tom apaixonante: “Como você é linda meu amor, eu te amo muito”.
Ouvindo e vendo aquela cena um amigo que esta ao lado perguntou se o que tinha acontecido era milagre e, olhando nos olhos dele, o velhinho apenas falou:
- Nunca estive cego, apenas fingia, pois quando a vi toda queimada sabia que seria duro para ela continuar vivendo daquela maneira. Foram vinte anos vivendo muito felizes e apaixonados!
Na vida temos de provar que amamos!

Muitas vezes de uma forma difícil e, para sermos felizes, temos de fechar os olhos para muitas coisa, mas o importante é que se faça única e intensamente com AMOR!"

Fica aqui a dica para aqueles que temem o amor, ou o que ele nos faz pensar e fazer.


YEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEAH!

21 de janeiro de 2010

SP Fashion Week [1° dia]

Oii pessoas!
Acho que vou falar sobre algo que gosto nesse post, MODA!
Bom, como muitos sabem, eu me interesso muito por moda, tendências, estilos, grifes, achados, estilistas, meios e modos que se relacionam com a moda e com a forma das pessoas se vestirem.
A SPFW (São Paulo Fashion Week) acontece todo o ano, em São Paulo, na Bienal do Parque Ibirapuera.
Esse ano, a moda Inverno 2010, teve início no dia 17 de Janeiro e vai até o dia 22 de Janeiro.
Esse ano, o tema de abordagem, tem muito a ver com a moda, LINGUAGENS, esse é o tema da SPFW 2010.
Esse tema, "Linguagens", reforça a importância da comunicação e veiculação de ideiais.

Vou colocar agora, uma lista, que é o cronograma do evento (Desfile de Inverno 2010):

17 de janeiro (domingo)
11h - Cavalera
15h - Osklen
16h - Priscilla Darolt
17h -Fause Haten
18h30 -Mario Queiroz
20h15- Rosa Chá
21h30 - Colcci

18 de janeiro (segunda)
10h - Maria Bonita
12h30 - Reinaldo Lourenço
15h - Maria Garcia
17h - Alexandre Herchcovitch (feminino)
18h30 - Cori
20h00 - Fórum Tufi Duek
21h30 - Samuel Cirnasck

19 de janeiro (terça)
12h30 - Iódice
15h - Ronaldo Fraga
16h30 - Simone Nunes
18h - Fabia Berseck
19h30 - Ellus
21h - Triton

20 de janeiro (quarta)
13h30 - Gloria Coelho
15h - Erika Ikezili
16h30 - Amapô
18h - Huis Clos
19h30 - 2nd Floor
21h - Animale

21 de janeiro (quinta)
12h - Alexandre Herchcovitch (masculino)
15h - Oestúdio
16h - Jefferson Kulig
17h30 - V.Rom
19h - Neon
20h - Wilson Ranieri
21h30 - Lino Villaventura

22 de janeiro (sexta)
12h - Isabela Capetto
15h - Carlota Joakina
17h - Reserva
18h30 - Do Estilista
20h - André Lima

Iniciando e abrindo o maior evento de moda da América Latina, a marca Cavalera, quem abre o calendário paulistano, em um lugar que é a cara da cidade: a passarela vai ser a Galeria do Rock. A inspiração do desfile é Sexo, moda e Rock'n'roll e teve trilha sonora ao vivo de Iggor Cavalera - um dos criadores da marca, em 1995.
Logo após, Osklen, o desfile de inverno nos fez esquecer o redondo dos confetes e o sinuoso das serpentinas. Outra parte importante da apresentação foram os tricôs grosseiros versus molengos, de listras ou cores blocadas, no fundo preto - um belo respiro em meio aos quadrados. Depois deles veio outra dose de geometria e dobradura. Havia, o tempo todo, essa ideia do dissonante, do ângulo reto em formas orgânicas
E ainda no dia 17, Priscila Darolt, que já estamos acostumados a ver enterrar a feminilidade das suas roupas sob estruturas e texturas, assimetrias e desconstruções, tecidos esquisitos e zíperes. Pois que surpresa a estilista fazer uma coleção femme fatale e sexualizada, com o espartilho como ponto de partida. É claro que, no universo daroltiano, nada é tão simples assim. E é aí que está a graça da moça. Seu inverno contrasta a seda (com sugestivas orquídeas em maxiestampa) à pegada do sportswear que está no ar.
Em seguida, FH por Fause Haten, que já tinha avisado no material divulgado via assessoria de imprensa que para esta coleção "desenvolveu um exercício de liberdade suprema. Buscou o caos. Perguntava-se: "o que não se acrescentaria a este look de jeito nenhum? Pois é isto mesmo que vamos acrescentar!". E o resultado foi um desfile dos muitos - muito tecido, muita pele, muito brilho, muita estampa de bicho, muitas peças ao mesmo tempo (calça mais saia curta, saia longa mais minissaia), muita peruca cobrindo os olhos. O look mais simples era de um vestido de cetim de seda vinho mais meia-calça com estampa de cobra mais soquete de lurex mais colar de pedras coloridas. E ainda tinham produções volumosas que lembravam o japonismo dos anos 1980, cinturas marcadas com divas da década de 1950, moulage, alfaiataria, godês...
Seguindo, Mario Queiroz atravessou o Canal de Mancha e foi parar no Reino Unido. A explicação da vez é o encontro de um punk e um gentleman no metrô de Londres. Mas ele esqueceu de colocar na equação um chav, neo-tribo inglesa de jovens baderneiros e (mais ou menos) fashionistas.
Ainda no dia 17, Rosa Chá, trazendo: o que lingerie tem a ver com mergulho? Para Alexandre Herchcovitch, tudo. "Sempre estudei lingerie e adoro mergulho - apesar de não mergulhar. O que une os dois assuntos é que as peças têm que ser justas", explicou ele, que tem uma roupa de neoprene dos anos 1980, específica para a prática do esporte, no seu acervo. "Coisa de estilista".
E para finalizar o 1° dia de desfiles da maior e melhor semana de moda em São Paulo, não poderia deixar de ser a minha marca preferida em todos os sentidos: Colcci.
O jeans continua lá - ainda desgastado e às vezes colorido - mas abre espaço para uma série de tricôs, de cachecóis e polainas a máxi pulls. Com o tema Viajantes, a marca reproduziu na passarela a imagem de um mochileiro, desses que se encontra em estações de trem e em hostels mundo afora: em cima, chapéu, mangas compridas, camisa xadrez, suéteres e até uma capa de chuva de plástico transparente - como se cada peça fosse adicionada displicentemente em cada destino; embaixo, shortinhos para elas, e boas calças molengas, quase ceroulas, para eles, botinas e meias grossas. Há uma ideia de conforto e liberdade em tudo isso reforçada pelo clima setentista dos vestidos de saias amplas e longas. Militarismo é outra tendência que apareceu na passarela nas peças em verde militar, que dividiu a cartela de cores com cinza e rosados. A coleção é bem comercial (o que não é problema para a Colcci, já que a intenção é vender mesmo - e muito) e a marca aposta provavelmente no que vende facilmente, no entando, poderia ter dado férias aos vestidinhos e batas de babados que se repetem estação após estação.
E assim, terminou o 1° dia de desfiles na Bienal do Ibirapuera. A semana da moda está só começando, e eu? Vou continuar de olho, lógico que estou atrasado em relação a falar certo sobre os dias, mas é que tenho que absorver o máximo de informação possível para poder postar.
Espero que tenham gostado, pois está sendo um prazer falar sobre moda!


YEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEAH!

15 de janeiro de 2010

Coisas úteis...

Oii pessoas!
Hoje eu estava dando aquela fuçada básica na net, quando me deparei com algo que é muito interessante, tanto pra mim quanto para a maioria dos jovens de hoje em dia.
Acnes... são problemas hormonais que atingem cerca de 97% dos jovens entre 13 e 21 anos. Parece loucura, mas isso é mais do que apenas uma coisa que "a vida nos dá", é algo que vem do nosso corpo mesmo, da nossa pele, da nossa vida. É algo que não se tem controle... é natural, uma hora tem de acontecer.
Agora eu vou explicar melhor o que é a acne e como ela se forma, além de possíveis tratamentos.

Primeiramente, o nome do nosso "Cravo" e da nossa "Espinha" é Demodex folliculorum.
O que é Demodex folliculorum?

É um pequeno ácaro, de forma alongada típica, responsável pelo cravo cutâneo.
Se localiza nos folículos pilosos do rosto, costas e peito dos homens. As espécies fêmeas grávidas, migram para as glândulas sebáceas, onde depositam seus ovos.
A transmissão desse tipo de ácaro é pelo contato direto.
Esse é o nosso querido "cravo" que posteriormente se tornará uma espinha.

Tecnicamente, acho que poucos sabiam que o cravo é um ácaro. Normalmente as pessoas acham que são somente dejetos de células mortas, mas não... é um ser vivo, unicelular, mas vivo. É constituído por cabeça, tórax, sendo eles unidos.
Quando morto [a forma é interessante, pois quando exprememos o cravo, normalmente, não retiramos o corpo total do ácaro, sendo assim, a parte restante do ácaro que continua no folículo, se torna pûs, tendo assim, a formação da nossa adorava e temida espinha.

A espinha, nada mais é do que, um resto do corpo do ácaro em decomposição, juntamente com o acúmulo de sujeira que adquirimos durante os dias, fazendo assim, com que a sujeira e putrefação do corpo formem o pûs, causando inflamações e até mesmo manchas, se "estouradas" incorretamente.

DICAS!

Primeiro de tudo: NUNCA exprema as espinhas e cravos. Isso pode ocasionar manchas ou falhas no rosto.
Lave sempre o rosto com água e sabonete glicérico. Peles oleosas tendem a acumular mais sujeira, causando assim, maiores infecções.
Use regularmente um produto específico para combater as acnes. Exemplos bons são adestringentes, sabonetes especializados, pomadas, produtos de limpeza de pele.
Tenha uma alimentação saudável. Sim, a alimentação irregular provoca sim, um aumento na produção dos hormônios causadores das acnes... Bons exemplos: Frituras, doces, e produtos derivados de gordura vegetal ou animal, o chocolate é um deles.

MITO:
Chocolate não é o principal causador das acnes. Isso é um mito.
O que acontece é que, como o chocolate é extremamente gorduroso, promove a produção de mais hormônios sebáceos, causando assim, acúmulo de sujeira, oleosidade e posteriormente, as acnes.

Espero que esse post tenha sido útil.


YEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEAH!